Desenhando com vergalhões e arame, Frida fotografou e compôs em 1994 “temas” que se tornaram os desenhos dos tecidos da colecão da primavera do costureiro belga Gerard Watelet, em Paris. Cada tecido foi impresso individualmente por um fornecedor exclusivo seguindo as instruções do designer. Foi uma parceria de grande sucesso.

“Assim como ocorre na experimentação com as matérias, a curiosidade de Frida Baranek a levou a se apropriar de determinados elementos da natureza e artefatos humanos em algumas obras: árvores, ilhas, piscinas, abóboda, feitas em lugares e com coisas específicas, obras como a boia instalada ao redor de uma pequena ilha rochosa na Lagoa Rodrigo de Freitas em 1984, depois transposta para a piscina da antiga casa que abriga a Escola de Artes Visuais durante a a exposição “Como vai você geração 80?”
Texto de R.C.

“Nesse experimento, Frida põe seu próprio corpo, a si, para interagir com outros elementos naturais e transformados, o intercâmbio vital entre ser, matérias, coisas e mundo reflui no encadeamento de jogos menos ou mais insólitos de continentes e conteúdos.”
Texto de R. C.

Um estilingue agigantado constituído por um bloco de pedra, uma tira de látex e uma árvore na calçada em frente à Petite Galerie, em 1985, no Rio de Janeiro.